Soluções para o Lixo

« Voltar Postado em 13 de Setembro de 2017
Soluções para o Lixo

No dia 12 de setembro, o prefeito Jefferson Barreto participou do evento que reuniu prefeitos das regiões do Agreste, do Sertão e Vale do Paraíba para discutir ações voltadas ao CONAGRESTE os problemas relacionados ao lixão das cidades, a construção do aterro sanitário do Agreste e das áreas de transbordo. O encontro ocorreu na cidade de Palmeira dos Índios, auditório da Fundanor, bairro de Vila Nova.

Além as ações discutidas pelos prefeitos, Jeferson Torres Barreto defendeu e explanou sobre a responsabilidade A responsabilidade das empresas fornecedoras pelo lixo resultante dos produtos que colocam no mercado. A Coleta Reversa ajudaria muito aos municípios com o problema dos lixos e intimaria os verdadeiros produtores de resíduos. Com os avanços tecnológicos, muitos equipamentos (exemplos: computadores, televisões, celulares, etc.) vão sendo desvalorizados e sendo trocados por produtos novos, por esse motivo não são mais utilizados acabam no lixo.

Segundo a Lei 12.305/10 a logística reversa é o “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

Esse processo divide a responsabilidade de adequação de resíduos com o consumidor e o estado, de forma a encontrar formas de destinação de lixos eletrônicos, por exemplo. Nesse contexto, todos têm a responsabilidade de participar da devolução, reciclagem e destinação ambiental apropriada de determinados produtos.

Uma Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) apontou que no Brasil, aproximadamente 157 mil toneladas de lixo domiciliar e comerciais são coletados diariamente. Os dados revelam que 59% dos municípios dispõem os resíduos sólidos em lixões, 13% em aterros sanitários, 17% em aterros controlados, 0,6% em áreas alagadas, 0,3% têm aterros especiais, 2,8% têm programas de reciclagem, 0,4% tem usina de compostagem e 0,2% tem usina de incineração.